Selar as diferenças.

Uma vez alguém já me disse: Preste atenção com o acontece ao seu redor e no seu dia-a-dia. Você não vai precisar que alguém lhe puxe a orelha ou esperar até você cair do cavalo para aprender alguma coisa.

É, então, caí do cavalo, não por não tentar, mas caí. Caí novamente. E hoje, sinto estar caindo novamente. Engraçado que nisto tudo, desta metáfora babaca, (adotei esta palavra que acho tão prazerosa ao se pronunciar - que aliás cabe a mim), pelas minhas abstrações não aprendi e o cavalo é quem mais senta. Depois de tanto, HOJE eu vi o que fiz, e realmente fiz. Tantas vezes e só não selei o cavalo direito. (pontos nos is???).

Hoje, depois de tanto viver, (pouco de certo ponto de vista, mas muito até que refletindo), sei que o mundo cai justamente por falta disto. A falcatrua, os maus entendidos, a Lei. Tudo por sua subjetividade e conclusões precipitadas e maus esclarecidas levam a umas "cagadas" gigantescas. Obviamente nem entro em questões pessoais, pontos de vistas diferentes, educações diferentes, crenças, etc. Mas que um pouco de bom senso e a clareza de cada um sobre tudo a que diz respeito a sua vida, faria da mesma "way to easier".
 
Do que ficou, ainda espero poder reestabelecer suas devidas selas. Seus Objetos diretos fazem falta, cada qual a seu qual. Do que se vai, quero poder selar corretamente seu devido objeto. 

quinta 07 julho 2011 20:49


O verde que hoje vejo é da foto que ontem não haverá mais.

Eu realmente não gosto de política e muito menos gosto de comentar sobre o mesmo. Mas incomoda-me profundamente a minha graduação ter um teor de vinculação com a mesma, portanto, sobre certo assunto, depois de tanto tempo, sinto-me impulsionado a escrever.

Primeiramente, sei que eu não possuo uma qualificação elevada para a discussão e sei que o reconhecimento do que escrevo é pífio, mas com o pouco de vida que tenho e estudo que adquiri, vou colocar aqui o que penso sobre certos aspectos socioeconômicos desta sociedade.

Tributos.
Partindo de uma análise pontual, entendo revoltas e discussões sobre os tributos brasileiros, no caso, sobre os importados eletrônicos. Não discordo quando é dito que o imposto é extremamente alto, e que quando queremos adquirir algo original e de qualidade para estarmos dentro da lei e usufruir dos direitos que o produto traz, esbarramos no preço elevado e partimos para soluções não legais e depois somos os culpados. Porém, antes de observarmos o problema final desta questão, acredito que tenhamos que observar o porque das coisas acontecerem e acabarem desta forma, porque sei que, apenas dar um prato de comida para um faminto não lhe ensina como fazer o prato.
O tributo é uma forma de o Governo se financiar. Caso não seja sabido, o Governo não tem um produto a qual vende e arrecada por ele, não vende um serviço. O SUS ou qualquer outro serviço oferecido pelo governo é uma forma de devolver o imposto que pagamos a ele. O governo não arrecada nada com o mesmo, pelo contrário, cobra-se imposto para se manter o serviço. Assim, temos que o Governo é um gestor público que garante os direitos reinvidicados ao longo da história humana. Portanto, há um motivo social para que haja a cobrança do dito cujo e para a que finalidade se aplicam, não são criados aleatoriamente, tanto que possuem nome, e alguns a que finalidade são destinados. Portanto, não sou contra o tributo, não acho que ele deva acabar, pois além de cobrir uma questão econômica de financiamento do governo também recorre uma questão social a qual SERIA a finalidade do governo de auxiliar ás questões socias e de desenvolvimento de um país, mas que primordialmente atende a SUA população, seja rico, seja POBRE.
Além de uma questão estudada em economia, onde temos que um país produz o que melhor lhe tem eficácia e passa a importar aquilo que não produz eficazmente. Assim entendemos que o tributo, por barrar/frear um produto importado, protege o mercado interno, uma indústria nacional um EMPREGO NACIONAL. Pois o que se paga no produto, sem o imposto, remunera o cidadão que o produziu, portanto, o cara de fora, e não o cara daqui. Assim, este específico tributo protege o emprego de alguém. Agora, o ponto principal a que eu queria chegar é: Sim, o governo arrecada muito com impostos, e paga altos salários e não distribui a renda, e nem cobra, de forma justa. Então, o que fazer? Apoio então aqueles que tentam monitorar, mostrar que o governo esta a serviço do público. Assim, percebendo que o fim do tributo não resolve o problema de um todo. Que o problema não é a sua cobrança, mas a que finalidade tem sido aplicada. O correto poderia ser uma redução da mesma. Mas veja, como eu disse, o emprego de alguém pode estar em jogo, então, que outras medidas temos de tomar para que este emprego não seja perdido?
Saiba que muito pode ser feito em monitoramento e cobrança do governo sobre suas funções, uma delas é nestesite: http://www.portaltransparencia.gov.br/
Podemos saber até para que pessoas o bolsa família está sendo enviado. Mas, como nem tudo é perfeito, muitas estão ocultas, ou seja, aquelas que podem conter ilegalidades ou causar muita revolta .

Portanto, vamos prestar atenção ao que o governo tem feito com o nosso dinheiro, como na merenda das escolas públicas, o mal atendimento nos hospitais, no transporte público das cidades e as condições dos aeroportos. Sabe, o quanto somos encobertos sobre o que mais deveríamos saber, aquilo que se refere diretamente a nós, não só a nós mas as nossas futuras gerações, filhos. Inconforma-me como estas questões não nos interessa, parecem-nos complicadas. Assim, acho aplaudíveis manifestações e cobranças, mas com fundamentos que sejam plausíveis.

Grato sou pela pequena atenção, e que o nariz que hoje cheira o perfume que tanto gosta, saiba que amanha pode ter que cheirar o que menos gosta e até mesmo o que nem seja o seu.

 

domingo 08 maio 2011 20:43


Ponto. Final?

Andei relendo neste computador antigo, que rodou por um tempo o novo em minha vida, o início da faculdade e remanesceu até a metade deste meu percurso, coisas que já não lembrava mais. Revi caminhos, histórias, fatos, pessoas, lições, fotos, screen-shots. Acredito que em todo este percurso remontado por esta peça mecânica e todo o trajeto que minha leviana memória pode reconstruir de minha vida, nunca me arrependi tanto de algo.

Não cabe dor no peito, não cabe razão na mente. Por tudo que me constitui, tudo o que se constituiu, tudo o que se destruiu. Justa palavra, és "leviano". Irreflexão. Brutal e inconsequente igualmente coesas de um único fato que, dentre as diversas destes anos, se convergiram na única que jamais assim gostaria de ter acontecido.
Hoje não me conformo, hoje não resolve, hoje não se solve mais no tempo minha fraqueza e imprudência. Descuido e destrato
Hoje, apenas afirmo de forma retórica neste texto o quão tolo fui perante o maior sentimento que tive frente. Um a que tanto cuidei, um a que tanto valorizei, mesmo que as vezes sem o rigor e empenho, mas de forma verdadeira. A reciprocidade sem igual da pureza de um sentimento que traz à face a reprodução do descanso do coração. Traz, ao contrário de hoje, o conforto de um sinônimo à minha antítese física.
Hoje, não sei como olhar, não sei como responder. "Envergonho-me de dizer hoje quem um dia já fui", disse o espelho. Hoje, o caminho leviano da incoesão reflete descaradamente isto. Pó. Permanecido por tanto descuidado, que o óculos que antes ajudava hoje oculta. Duplamente exposto. O que hoje tenta se limpar nestes objetos que revelam neles o destrato, apenas junta mais do mesmo.

Agora, com tanta sujeira, sabendo que mesmo tendo tantas coisas ao redor, aquilo que já foi perdido, há de se recompor algo que se valha? Perguntas são as únicas companheiras que tive nesta noite de idas de vindas dos meus sentimentos de perda. Procuro no que restou no espelho, e o que consegui limpar do meu óculos, algo que ainda possa se respaldar a um caráter. Temo pela esperança, porém, esperando ainda poder ser chamado de filho, espero que do pó (re)nasça algo como no princípio, como nesta criação escrita desta peça mecânica.

domingo 05 setembro 2010 22:12


Aparências

Muito tempo sem ter um tempo.

Novamente a minha forma de organizar meus pensamentos é escrevendo. De um rascunho me saiu algo interessante a se falar. Sem nenhuma forma poemática, simplesmente direto.

Você tem de ser auto-suficiente para sorrir.
Podes me questionar  sobre ser egoísta ao escrever isto, mas isto faz todo o sentido.

Desde pequeno, quando pedia algo aos meus pais que algum amigo tinha/ganhou/ia fazer, me diziam: "Então se ele pular da ponte, você pula também?"
 Era obvio como me sentia um tonto, realmente uma "maria" e portanto não o fazia. O problema é que a fundo eu não me questionava do por que querer. Não ia atrás de argumentos para saber se realmente queria ou porque de fato queria/deveria/iria fazer/ter. Podia até pensar, mas por ser pequeno, não poder fazer nada entristecia-me. Por fim, olhando por outros olhos, eu me pergunto, eu preciso fazer tudo o que os outros fazem para eu sorrir? Preciso fazer o que os outros fazem para ser feliz? Preciso ter o que os outros tem para eu ser feliz?
 
Sabe, por muitas vezes desvalorizei o que tinha, querendo e olhando mais ao que eu podia ter, não só pelo que os outros tinham/faziam, mas o que eu via em diversos lugares. Ficava triste por algo que deixei de fazer/ter, mas não percebia o tudo que tinha/tenho em mãos e que já me fazem muito feliz e que outros o gostariam de ter.
 Sim, já perdi coisas de grande valor na minha vida, não só material, que hoje me entristece em saber que por este olhar corrompeu-se pedaços importantes de minha vida.

Daí então não exito em dizer que temos sim que ser capazes de sorrir com o que temos, somos, fazemos. Nossas condições de vida devem nos auto-motivar a buscar a felicidade. Se temos, somos felizes porque lutamos pelo mesmo, se não temos, somos/aprendemos/lutemos para que isto que obtivermos realize-nos como pessoa, concretize no final um sorriso de gratificação. Não só pelas conquistas, mas o simples fato de acordar diariamente para uma caminhada matinal e nos cuidarmos, nos fazer bem. Isto tudo porque sabemos o que nos é melhor, o que sabemos que nos faz feliz e não porque alguém nos disse que deveríamos fazer, devíamos ter para aparentarmos algo.
 
Sei que pode parecer indiferente para alguns, mas muitas pessoas ficam sem saber o que de fato devem ir atrás na vida, têm um vazio e as vezes seguem caminhos que para alguns deu certo, para outros, só levou a ruína pessoal. 
 Isso sem contar o lado político também aplicável a esta pequena exposição. O quanto somos levados por opiniões alheias e distorcidas. Ou mesmo quando nos vendem algo. Ou amigos.
 
 Ser feliz por quem somos, e não por quem dizem que somos.

quarta 18 agosto 2010 23:01


O Sorriso

Despretensioso, espontâneo, acima de tudo verdadeiro.
É inocente, sem ganância, sem a intenção de enganar, apenas ganhar.
Ganhar amigos, ganhar carinhos.

Despretensão comutada.

Tratou-se de se esconder pelo desconhecido,
não deixou-se corromper por aparências.
Então de pouco em pouco, reaparecia num canto
ganhando corpo nos lábios, fazendo covinhas na bochecha.

Comutação pessoal.

Agora sorrisos se falam,
sorrisos se calam.
E aquele mesmo sorriso inocente
é o que ganha, e continua ganhando, outros tantos a sua volta.

Quatorze músculos que são os mais bem definidos e marcantes. Exercitados diariamente, fazem toda a diferença.
 É engraçado pensar como um sorriso pode mudar um dia, ou mesmo o 'bom dia'.
Conquistas verdadeiras por verdadeiramente se expor, a simplicidade e o carinho sem pré-conceitos, com apenas um preceito, tê-lo de volta em outra pessoa.

sexta 04 junho 2010 11:52


|

Abrir a barra
Fechar a barra

Precisa estar conectado para enviar uma mensagem para hugh

Precisa estar conectado para adicionar hugh para os seus amigos

 
Criar um blog